Dom Abade Joaquim Zamith , OSB.

“Monaquismo” oferece-se informações sobre diferentes gêneros e formas de vida monástica que não somente estão hoje aparecendo nas mais diversas regiões da terra, mas que também revelam as suas origens em países como a India, China, Egito e Médio Oriente, até mesmo a 2.500 anos antes da nossa era cristã ... Leia mais

“Percurso da Vida Cristã e Monástica” .Isto se faz necessário para que se possa então discernir também quais as atitudes, as atividades que fazem parte do processo para aquisição de novas e indispensáveis experiências. ... Leia mais

“Mosteiros” apresenta endereços ou links para mosteiros onde podem ser encontrados textos ou atividades particularmente importantes para revelar aspectos autênticos da vida ou doutrina monástica. Também são apresentados fotos ou vídeos desses Mosteiros... ... Leia mais

Testemunhos dos Papas encontramos citações de documentos, alocuções, homilias e conferências em que a pessoa de Bento, a sua Regra ou mesmo o Monaquismo de forma geral, incluindo o testemunho pessoal de grande números de abades e monges são apresentados como importantes valores da tradição histórica, teológica e espiritual da vida religiosa ou da própria Igreja. ... Leia mais

A Fé como Reconhecimento da Realidade

Fé + Reconhecimento = Encontro

 

* Ó Deus, sede a luz dos vossos fiéis e abrasai seus corações com o esplendor da vossa glória, para reconhecerem sempre o Salvador e a Ele aderirem totalmente. Oitava Natal

 

* Coleta 3ªfeira Semana Epifania

Ó Deus, cujo Filho unigênito se manifestou na realidade da nossa carne, concede que, reconhecendo sua humanidade semelhante à nossa, sejamos interiormente transformados por Ele. Que convosco vive e reine, na unidade do Espírito Santo.

 

Deus, cuius Unigenitus in substantia nostrae carnis apparuit, praesta quaesumus, ut, per eum, com similem nobis foris agnovimus, intus reformari mereamur.

 

Coleta do dia 6 de Janeiro

Iluminai, Senhor, os vossos fieis e acendei os seus corações nos esplendores da vossa glóri, para que reconheçam a todo o momento o seu Salvador e de verdade se entreguem a Ele, que é Deus convoscco na unidade do Espírito Santo.

 

* BChII – Jo 4,10 - #81 p.305

Quand Dieu paraît nous demander quelque chose, c´est qu´il se propose de nous donner, pourvu que nous sachions le reconnaître.

 

* São João Crisóstomo, Sermões (Ser33,m.Mai 1.2.3. PLS 2,1132-1135) Lecionário Monastico, Tempo da  Quaresma. Domingo de Ramos.

Adão, aceitando o fruto da árvore, desprezou o preceito do Senhor, mas, pela bondade divina, o que Adão perdera, o Cristo encontrou. Em primeiro lugar, sobre o lenho da cruz, Cristo resgatou o ladrão que o reconheceu. sobre o lenho, o ladrão alcançou a imortalidade, apossando-se, como um assaltante, do Reino dos Céus.

...O ladrão acreditou em Cristo suspenso na cruz; reconheceu-o como Deus e recebeu o paraíso graças a uma única palavra. Apenas esse ladrão viu o Filho de Deus como salvador, não em um trono real, nem na glória do tempo, ou falando no céu, ou governando através dos anjos, mas reconheceu-o quando estava suspenso na cruz, entre ladrões. Ele o viu injuriado e o adorou em sua glória. Aquele a quem Judas vendera, ele o viu condenado; todavia, proclamou sua realeza. E suplicou-lhe a salvação: Senhor, disse, lembra-te de mim, quando entrares em teu reno (Lc 23,42).

 

* Jean Mouroux, A travers le monde de la Foi, Ed.du Cerf, Paris, 1968

p. 103  Foi et Présence [os sinais que permitem o ato de fé como reconhecimento do Deus presente ]

La foi comporte la manifestation et le discernement d'une présence: celle de Dieu en Jésus-Christ. Or rien n'est plus intérieur à la  raison qu la dimension intersubjective, avec toutes ses implications.  Mais on ne prouve pas une présence, on l'accueille et on en vit. Si Dieu nous parle pour nous sauver, il doit nous montrer qui c'est bien lui qui parle, qui appelle, qui est le "Dieu juste et sauveur" et nous devons pouvoir le reconnaître, afin de l'adorer et de le suivre. Il s'agit là de la raison dans sa fonction critique de discernement. Les preuves varient suivant les niveaux de réalité considérés; et puisqu'il s'agit de la révélation et du discernement d'une personne, qui est Dieu même en acte de salut, donc d'un mystère strictement surnaturel, les preuves seront des signes manifestant cette présence, et dévoillant à l'homme sa vocation "d'appelé par la grâce de Dieu". Toutes les conditions nécessaires à la perception des signes doivent jouer ici; la bonne volonté, la sympathie intérieure, l'attention, l'humilité qui met l'homme à sa place devant Dieu, l'accueil de la grâce de Dieu. Comme disait le viel apologiste, Théophile d'Antioche: "Montre moi ton âme et je te montrerai mon Dieu ".

Regardons simplement aux signes vécus que possède le vrai chrétien, c'est-à-dire celui qui s'essaie à vivre en vérité de sa foi, et qui, par suite, fait l'expérience personnelle, en Église, de la vie de foi. Car le croyant tiède, ou indifférent, ou en état de péché, est dans une tout autre situation. Il ne vit pas de la foi au Christ, et il risque bien de voir disparaître, peu à peu, pour lui, la lumière des signes divins, parce que en matière de signes aussi bien que d'adhésion, la lumière de la foi, c'est l'amour. Le chrétien qui vit de la foi, au contraire, possède des signes parfaitement nets de la présence de Dieu au coeur de sa foi. Il connaît la personne de Jésus-Christ, à travers les dogmes de l'Église, le contact avec l' Évangile, la communion eucharistique, la vie conformée à son image, la découverte et la rencontre du Christ dans les autres. Dans cette présence révélée à travers la vie, le Christ apparaît de plus en plus comme la seule source - intime, personalisante, inépuisable - de vérité, de courage, de pureté, de charité, comme le vrai Sauveur et le vrai Dieu. Ainsi, à travers une implicite énorme, se dégage et s'impose une Présence mystérieuse, avec ses signes caractéristiques. Aucune certitude abstraite, rationnelle, ne peut donne ni infirmer une telle expérience. Le vrai chrétien connaît aussi la doctrine de Jésus Christ. Il l'aime et il en vit, à la fois parce qu'il aime Jésus-Christ et parce que cette doctrine évoile le sens de son existence. Il réalise de plus en plus que cette doctrine est totale, parce qu'elle éclaire pour lui Dieu, l'homme et le monde; profonde...

 

* Pio Tragant osb, Conferência do Retiro (Rio) 7o. dia

Os milagres (sinais) seguidos dos discursos e da palavra de Jesus, descobrem o sentido profundo de sua pessoa e o valor simbólico de sua ação. Mas essa palavra de Jesus é exigente Não é fácil chegar a compreender o sentido simbólico dos milagres.

A pregação de Jesus no 4o. Evangelho é o caminho para descobrirmos uma vida de contemplação e de intimidade com Cristo que exige dos ouvintes a passagem da realidade imediata para o nível de Deus, continuamente.

Obriga a descobrir o significado transcendente dos feitos históricos concretos. Conhecer esse sentido profundo das coisas não é fácil. O Evangelho de João nos dá exemplos desta passagem progressiva, difícil, mas possível de uma leitura contemplativa dos fatos concretos. Jesus força o interlocutor, nos força. Três exemplos: o diálogo com Nicodemos, o diálogo com a Samaritana e o discurso do pão da vida. Esses textos tem todos o mesmo método. Um método exigente que é o Cristo aplica a cada um de nós. Jesus afirma um princípio que vai mais além da realidade e da experiência A Nicodemos "se não vos tornardes"; à Samaritana, a "água viva"; e aos presentes na multiplicação a "eucaristia". Jesus afirma um princípio e o interlocutor o interpreta mal e se confunde, mas Jesus não cede. Repete seu ponto de vista, tirando a ambigüidade e o interlocutor se vê obrigado a tomar posição ante a revelação do Cristo. Chega a conhecer ou não chega. O processo da contemplação pode ser longo. Cedo ou tarde o interlocutor de Cristo se vê obrigado a tomar posição. O 4o. Evangelho não deixa pelo meio do caminho a revelação de Cristo, a manifestação, o conhecimento de Cristo. Pede que se tome posição ante Ele. O que pede aos contemplativos, pede à nós: chegar a conhecer a Cristo não como aparece em sua vida real, mas como ele anuncia que é.

Esse método Joaneu, nos indica o caminho que permite ultrapassar o nível da experiência. Escutando a palavra de Cristo podemos aprofundar, cada vez mais, o sentido de sua obra e conhecê-lo mais profundamente, aplicando-o à nossa vida. Escutando a sua palavra podemos compreender mais a fundo o sentido da nossa existência e o valor de nosso viver constante, como meio de união com Cristo. Isso é, a palavra evangélica nos permite chegar a compreender nossa vida em nível evangélico, em nível de união definitiva com Cristo.

Essa leitura profunda não seria possível de nossa parte sem a presença do Espírito. A revelação progressiva, o conhecimento progressivo de Cristo e sua obra estão em relação com a obra do Espírito Santo em nós. Tanto o Evangelho como a RB consideram que o conhecer a Cristo, contempla-lo, supõe o caminho progressivo, fruto do Espírito Santo. A vida do cristão, a vida da Igreja, a vida do monge sobretudo - é um descobrir constante, pela força do Espírito, pela pessoa de Cristo, do sentido de nossa vida de união com ele.

 

* Jean Claude Barreau, La reconnaissance.

32 La “connaissance” j’y vois une expérience vécue, qui peu être, comme beaucoup d´experiences humaines, inconciente et innommé. J’y vois aussi une relation personnelle [ atitude oposta à auto suficiência, atitude de boa-vontade, de “abertura” aos valores e aos outros e aos acontecimentos. Já é amor e conhecimento de Deus ainda que inconsciente. Experiência comum ao fiel e ao não cristão].

24 Si la “connaissance est commune au chretien at au nom-chretien, la “reconnaissance “ est l’acte propre du croyant.

“La connaissance pouvait être inconsciente et innommée – ainsi la connaissance de Dieu que peut avoir l’incroyant.

La “reconnaissance” au contraire, est une expérience consciente, réfléchie, nommée. Il ne s’agit pas non plus d’un acte purement célebral qui se situerait dans l’univers platonicien des idées. Il s’agit toujours d’un acte vital mais vécu à une puissance differente.

Il s’agit toujours d’une relation, la foi n’est pas l’aquiescement à une doctrine, c’est la reconnaissance d’um Autre. Jésus qui permet la reconnaissance en est au même temps l’objet.

Dans l’expérience qui leur est commune, seul le croyant “reconnait” Dieu parce que Jésus le lui a appris, l’incroyant ne le reconnaît pas.

...nous pourrions dire: “quiconque aime connaît Dieu, en ajoutant: “Seul le chretien le reconnaît”.

32 Reconnaître – c’est penser um objet présent comme déjà connu”.

Le déjà connu” est integré à ma vie, il est ma vie; et est intérioriseé. (Minha subjetividade, vida inteior, profiundidade)

34 Lieu privilegie de la rencontre avec Dieu, un “dejà connu en profondeur” n’est cependant pas la foi.

L’objet présent” c’est le monde des choses et des autres, ce monde qui  m’entourre, et que je regarde. C’est “l’objetctif” autrement dit la réalité objective, qui ne dépend de mes états d’âmes, qui me resiste, me porte ou m’asaille.

42 Cepandant pas plus qu’on ne peut identifier la foi à la vie intériéure du croyant , on ne peut l’idetifier à l’enseignement “extérieur” de l’eglise. Si la foi ne peut se restreidre au subjectif, elle ne peut non plus se restreindre à l’objectif, au dogm par exemple, même correctement formulé. Certains intégristes ont voulu limiter la foi à cela: um mystère à transmettre fidelement.

La foi estl’acte libre qui consite a mettre mon expérience intime en accord avec l’objectivité du Christ annoncé par l’Eglise. C’est celá que j’appelle “recconaissance”.

44 Quand je médite, j’existe en profondeur. Cette existence reste le Seul point de départ qui soit à ma disposition. De ce point de départ intime je regarde autour de moi” Comme um homme perdu dans le ... je cherche à me reconnaitre.

46 “reconnaître” = le fait de se reconnaître entre personnes, de s’indentifier  mutuellement” Les choses en effet, importent moins à l’homme que les personnes.

;;;Ils (sés semblables) lui sont essentiels pour être pleinement sujet. C’est parce nous sommes appelés par les autres que nous avons pris concience de nous-mêmes.

Cepandant, je ne me reconnais pás tout à fait dans l’unviers des autres. Il rest entre eux et moi une “distance” que je n’arrive pas à combler. L’amour le plus passioné ne comble pas cet abîme. Je ne me reconnais tout à fait en la personne d’autre. Et pourant je le sens, le propre du sujet est de ne pouvoir l’être que dan um rapport réusssi avec les autres sujets. Aucun rapport humain n’est totalement réussi. Aucun sujet ne m’est vraiment indispensable pour que je vive. C’est pourquoi je cherche obscurement quelqu´un qui me soit indispensasble pour exister vraiment dont je ne puise me passer avec lequel il n’y ait pas de “distance”. Tout homme cheche obscurément um sujet absolu en qui il puisse se reconnaître. Guardini a même dit “quand des secret de son être, un homme jette dans l’immensité de l’existance le mot “Toi” c’est Dieu q’il appelle”. Situé dans l’univers des sujets l’homme appelle le sujet absolu. Seul um dieu “personnel” peut rassassier le coeur de l’homme. Un Dieu qui soit “quelqu’un” et non quelque chose. Il n’y a qu´avec ? ? ce Dieu-là que l’homme ne sera plus Seul.

 

43 Reconnaître est un acte que consiste à mettre en relation deux réalités, “l’objet présent” extérieur à nou-mêmes et le “dejà connu” qui fait partie de notre expérience intime, nous constations que la “reconnaissance” donc la foi, est impossible si vient à manquer une des ces deux réalités qu’il faut précisement mettre en relation.

La foi, c’est une action: les théologien parlent de « l’acte de foi ». Si on se laisse aller à la réduire soit comme le voudraient les uns à la subjectivité du croyant, soit comme le voudraient les autres à l’objectivité de l’Eglise hierarchique et d’une dogmatique intangible il n’y a plus d’action. Subjective ou objective, la foi n’est plus “agie”. Ce n’est plus um acte vraiment humain, elle n’est plus réllement libre. La foi est au contraire, à mon avie, l’acte libre qui consiste à mettre mon expérience intime en accord avec l´objectivité du Christ annoncé par l’Eglise. C’est cela que j’apelle “reconnaissance”.

 

50 L’acte de foi, c’est l’acte par lequel un homme “reconnaît” Jésus Christ, par lequel il “se reconnaît” en Lui et en Lui Seul. C’est le ..   qui nous permet de voir en Lui “le Seigneur”, c’est-à-dire l’absolu manifeste dans l’espace et le temps, le même absolu que celui que nous rencontrons dans la profondeur de nous mèmes.

Cet acte est libre et pourtant cette liberté qui s’exprime quand il faut faire le pas, elle a été préparée par notre attitude antérieure; notre “ouverture” la conditione et Dieu n’ai est pas absent.

Pour le chretien, Dieu, nous l’avons dit, est à la fois au-dedans et au dehors. Il est au-dedans au coeur de ma conscience, c’est l’Espri Saint, qui m’anime, dans la mesure où j’essaie d’aimer. C’est l’Esprit qui me pousse à rechercher la vérité et à la dire: “tout ce qui est vrai, par qui que ce soit, vient du Saint Esprit. C’est lui qui murmure en mon coeur comme une source profonde. Mais Dieu est aussi au dehors, dans l’événement de  notre vie individuelle et collective.

L’homme peut cependant éteindre en lui l’Esprit, refuser la “reconnaissance” et s’en aller “tout triste”, comme le jeunne homme riche des évangiles.

 

 

Fé – Encontro com o “outro”. Reconhece-lo.

94. Ce qu’il y a de plus comparable à la relation de foi, ce sont les relations humaines. Reconnaître l’autre comme quelqu’un, c’est toujours plus ou moins un acte de foi – on a tellement tendance à traiter les autres comme des choses. Les circontances y ont leur part, dont dépendrat largement la rencontre. Le jugement intellectuel aussi. L’amour enfin semble determinant. De même pour la foi aux seuls différences que dans ce cas c’est l’Autre qui nous aime le premier, qui est le maître des circontances, et qu’il est présent jusqu’au coeur de nous mêmes. Or l’amour est nécessaire à la durée d’une relation humaine: celui qui n’aime plus finira ineluctablement par ne plus “reconnaître” l’être qui lui fut cher um jour.

106 Le chretien s’essaire à vivre l’aujourd’hui de Dieu”. C’est aujourd’hui que par la foi il introduit l’Aurtre dans sa vie. Introduire quequ’un d’autre dans sa vie . c’est en même temps passionant et crucifiant, surtout quand cet “Autre” est Dieu. Avec lui, on n’est jamais tranquille, jamais “arrivé” sur cette terre. A chaque fois qui nous croyons le saisir, Il se dérobe et nous entraîne plus loin en lui. A l’exemple du Jésus dans les évangiles, chacune des ses réponses est une nouvelle question”.

 

* Ecoute 1972. 16 décembre

Le Christ est venu, et ils ne l’ont pas reconnu; peut-être s’attendaient ils à quelque chose de plus retentissant, ou à quelqu’un qui les delivrerait de la domination des oppresseur. Mais non, son Royaume n’est pas de ce monde. Et nous? Et moi? L’aurais je reconnu? La question n’est pas là. D’ailleurs, preocupés et fascinés par tout ce que nous offre le monde, nous ressemblon singulièrement aux scribes au sujet desquels les disciples interrogent Jésus. L’importante pour nous c’est de Le reconnaître aujourd’hui, car c’est aujourd’hui qu’il se presente à moi, et aujourd’hui que j’ai à lui répondre. Aujourd’hui , a ce même instant. Et si avant toute démarche, nous savons trouver un moment de silence, de prière, en nous mettant à l’écoute de Dieu qui nous parle au plus intime de notre être, peut’être saurons-nous alors Le reconnaître durant cette journée qui commence, ou bien - si elle se termine – reconnaître qu’il était là, alors même que je n’y pensais pas”.

 

* Écoute, (1972) 21 décembre

Intuition extraordinaire et privilegiée – depuis l’instant de l’Inarnation où Dieu se fit l’un de nous pour demeurer toujours avec nous - de discerner l’humble présence de Dieu en toute rencontre, en tout événement. Il n’est plus de réalité terrestre, si humble soit elle, qui ne puisse devenir pour nous théophanie, comme la vérité de Marie le fut pour Elisabeth et son enfant . Mais comme Jean Baptiste alors absolument inconscient, nous avons à passer de l’inconscience au discernement, à la “reconnaissance”. Et cela non pas forcément par des grace mystiques extraordinaires, mais – retenons  cette consigne de saint Benoît à l’abbe du monast\ére – en étant lui même fidèle à la Règle (RB 64), c’est-à-dire en ne cherchant en tout que la volonté de Dieu, en demeurant docile à l’Esprit. J’ai moi aussi à vivre aujourd’hui le mystère de la Visitation.

 

Écoute, (11.04.72

Devenir discipe du  Christ, c’est non pas comprendre intellectuellement, mais se livrer completement incondionnellement à sa Parole. Si l´on veut trop raisonner, sur ses conditions, on ne peut être vraiment son disciple et découvrir la gloire de Dieu sur son visage crucifié.

C´est la même tactique qu´emplie saint  Benoît vis à vis du postulant: “on ne lui accordera pas une entr~ee facile” Car, la vie monastique, c omme la vie chrétienne est um Don de Dieu qui appelle le don de soi. Don de soi monnayé ensuite au cours des jours et des années. (RB 58).

 

* G.Huyghes, Conduits par l’Esprit

206 Le chrétien qui a découvert le Dieu vivant, Père, Fils et Esprit Saint, en recherche sans cesse la présence dans les visages qui prend le Seigneur. Car Dieu est là, le Christ est parmi nous et nous ne le reconnaissons pas.

Jo 1,26: Il y a parmi vous quelqu’um que vous ne connaissez pas

Jo 1,21: Le Christ est venu parmis les siens et les siens ne l’on pas accueillis

Jo 9,5: Je suis Jésus que tu persécute

Jo 14,9: Il y a si longtemtemps que je suis parmis vous, et tu ne me connais pas encore?

Jo 25,35-45: J’ai eu faim, j’ai eu froid, j’ai été prisonnier...

 

* Besnard, Le combat de notre Foi

As criaturas espirituais são as únicas a saber reconhecer o dom que lhes é feito. Quando começam a ser sensíveis ao que há de propriamente misterioso em todos os dons que recebem, podem já pressentir o mistério de Deus. O santo é aquele para quem - o que verificamos estar aí e dever ser assim, e até o que reconhecemos sobre-ir e vir de Deus, encobre a inconcebível oferta de um dom atual de Deus, revela a incessante fluência do Coração divino, o qual busca ser recebido pela criatura para inundá-la de sua vida e de sua alegria.

 

* Reconhecer em Lucas 24,19-35:  Discípulos de Emaus.

15: Jesus se aproxima

16: os seus olhos estavam como que impedidos de o reconhecer

27: Jesus lhes expõe as Escrituras (sem que percebam algo)

28: Jesus faz menção de passar adiante

31 então o reconheceram

32: reconhecem que os seus corações ardiam..

 

 

 

 

 

 
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