Dom Abade Joaquim Zamith , OSB.

“Monaquismo” oferece-se informações sobre diferentes gêneros e formas de vida monástica que não somente estão hoje aparecendo nas mais diversas regiões da terra, mas que também revelam as suas origens em países como a India, China, Egito e Médio Oriente, até mesmo a 2.500 anos antes da nossa era cristã ... Leia mais

“Percurso da Vida Cristã e Monástica” .Isto se faz necessário para que se possa então discernir também quais as atitudes, as atividades que fazem parte do processo para aquisição de novas e indispensáveis experiências. ... Leia mais

“Mosteiros” apresenta endereços ou links para mosteiros onde podem ser encontrados textos ou atividades particularmente importantes para revelar aspectos autênticos da vida ou doutrina monástica. Também são apresentados fotos ou vídeos desses Mosteiros... ... Leia mais

Testemunhos dos Papas encontramos citações de documentos, alocuções, homilias e conferências em que a pessoa de Bento, a sua Regra ou mesmo o Monaquismo de forma geral, incluindo o testemunho pessoal de grande números de abades e monges são apresentados como importantes valores da tradição histórica, teológica e espiritual da vida religiosa ou da própria Igreja. ... Leia mais

Por que um “site” para Estudos sobre o Monaquismo?

 

Nestes primeiros anos do século XXI nota-se o despertar de uma atenção especial, ou pelo menos, uma curiosidade e uma consequente procura de conhecimentos relacionados ao modo de viver dos monges* e sobretudo aos seus lugares de habitação, tanto os grande mosteiros como pequenas ermidas. Buscam-se informações não apenas sobre os fatos e histórias de um passado distante, mas sobretudo sobre a vida dos monges e monjas nos tempos que correm.Tornam-se mais conhecidas as formas de vida dos monges em seus mosteiros tanto em países do ocidente como também naqueles países distantes do extremo oriente, com suas regiões sempre misteriosas, das grandes montanhas ou imensos desertos. Quem não se espanta e se interroga sobre o significado daqueles enormes mosteiros nas montanhas do Tibet ou então daqueles minúsculos eremitérios quase se despencando nas falésias junto ao mar nas encostas do Monte Athos?

 

Muitos, ao lado da curiosidade que manifestam pelos fenômenos do monaquismo, sentem-se também atraídos por um questionamento: “mas por que viver, ano após ano, nessas condições de extremo isolamento e radical desapego das facilidades mais fundamentais de uma vida humana? Que sentido encontram esses homens e mulheres que os torna capazes de dedicar toda a sua vida ao amor de Deus, em contínua oração e a serviço daqueles homens que precisamente os desprezam?”

Trata-se de algo somente compreensível para quem foi tocado pelo Amor de Deus. O monaquismo não pode ser um fenômeno meramente humano e sociológico. Nos corações dos monges existe uma chama que os queima interiormente e que só Deus pode acender. Por este motivo esses homens e mulheres até mesmo inconscientemente se tornam testemunhas vivas do Absoluto.

Nó os encontramos em todas as religiões, desde .... do Bramanismo e do Budismo do extremo Oriente, até às comunidades dos filósofos da Grécia, da Capadócia, dos filhos da Aliança da Síria, e dos monges de Qunrâm do Judaísmo da era helenística e romana.

 

Lembremos, apenas de passagem, a importância do fenômeno monástico no Ocidente cristão que, mesmo na sua fragilidade, tornou-se uma força capaz de superar as ondas de destruição que acompanharam as invasões dos Bárbaros na Europa. Como afirmou o Papa Bento XVI em 2008, durante uma visita pastoral a Paris, a Europa atual, com a sua civilização e sua excepcional cultura jamais poderia negar a sua verdadeira identidade cristã, proveniente da expansão suave, discreta, mas profunda e autenticamente Cristã dos mosteiros beneditinos (Conferência no Collège des Bernadin 12.09.2008).

 

Reconhecendo que a Vida Monástica é uma realidade viva da própria Igreja de Jesus Cristo, torna-se necessário conhecer mais profundamente a sua própria identidade, a sua presença sempre dinâmica desde os primeiros séculos do Cristianismo, para encontrar a sua verdadeira face tanto no tempo presente como para o futuro

 

 

* As palavras:

Monges tão aqueles que vivem uma vida recolhida, austera e marcada pelo silêncio, pela oração e pelo trabalho. As mulheres são monjas. Esta vida apartada do mundo acontece nos mosteiros. Em português, usou-se no passado a monastério, que não é mais frequente em nossa língua, mas é usual em espanhol. A vida monástica (de monastério) é aquela que acontece nos mosteiros -monaquismo é tudo o que se refere a essa vida. Há duas grandes vias na vida monástica: a eremítica (donde a palavra eremitério), de monges que vivem sozinhos, e a cenobítica, de vida em comunidade. Monastério, Monge, Monja, Monástico, Monaquismo, todas estas palavras nascem da raiz grega monos, que significa “único”, “só”, “solitário”, “isolado” ou “em paz” ou, ainda mais propriamente, “um” com o sentido de que aquele que era dividido torna-se “uni

Orientações sobre o Site “Estudos Monásticos”

Orientações para utilização do Site “Estudos Monásticos”

O Site “Estudos Monásticos” apresenta, na faixa dos “Menus” os seguintes  títulos: Home, Monaquismo, Mosteiros e Testemunho dos Papas que  procuram oferecer INFORMAÇOES sobre diferentes aspectos da vida monástica.

A. O menu “Home” apresenta primeiramente Orientações gerais para uso do Site mas,  em seguida, procura dar algumas respostas a duas Perguntas que hoje, mais freqüentemente são dirigidas aos monges:

 

Primeira: “Por que apresentar hoje um “site” para Estudos sobre o Monaquismo” ?

e em seguida:

Segunda: “Por que os monges e os mosteiros voltam hoje a ser bastante procurados, tanto nas suas portarias como na Internet ?

 

 

 

No menu “Monaquismo” oferece-se informações sobre diferentes gêneros e formas de vida monástica que não somente estão hoje aparecendo nas  mais diversas regiões da terra, mas que  também revelam as suas origens em países como a India, China, Egito e Médio Oriente, até mesmo a 2.500 anos antes da nossa era cristã.

 

O menu “Mosteiros” apresenta endereços ou links para mosteiros onde podem ser encontrados textos ou atividades particularmente importantes para revelar aspectos autênticos da vida ou doutrina monástica. Também são apresentados fotos ou vídeos desses Mosteiros, cuja localização ou forma de vida dos monges já por si mesmas se  manifestam capazes de levantar perguntas ou questionamentos ou de revelar novos horizontes ou valores e sentidos de vida.

 

 

No menu Testemunhos dos Papas encontramos citações de documentos, alocuções, homilias e conferências em que a pessoa de Bento, a sua Regra ou mesmo o Monaquismo de forma geral, incluindo o testemunho pessoal de grande números de abades e monges são apresentados como importantes valores da tradição histórica, teológica e espiritual da vida religiosa ou da própria Igreja. Esses testemunhos se tornam particularmente importantes pela sua condição de atualidade, como do atual Santo Padre Bento xvi e sua direta relação aos grandes problemas e crises característicos d nosso tempo.

 

 

B. “Os estudos monásticos” assumem um aspecto FORMATIVO quando apresentam dois momentos do “Percurso da Vida Cristã e Monástica” Nos dias de hoje pensamos ser de grande importância redescobrir quais “os momentos formativos” dentro da experiência progressiva da Educação. Isto se faz necessário para que se possa então discernir também quais as atitudes, as atividades que fazem parte do processo para aquisição de novas e indispensáveis experiências.

 

Ao primeiro percurso demos o nome deExperiências Básicas da Vida Cristã

e ao segundo  percurso o nome de “Iniciação Monástica”

È evidente que a escolha desses “momentos” com suas próprias técnicas e experiências admite outras possibilidades. Por isso mesmo julgamos oportuno e até necessário incluir muitos textos de diferentes autores, ao que damos o nome de “fichas” retiradas de artigos ou livros de autores modernos abalizados (todos devem trazer as indicações do nome do autor e de sua obra) para que esta pluralidade de pontos de

vistas ajude a completar a visão geral do valor que se busca atingir.

 

“Um Trabalho de Cooperação”

Os responsáveis por este Site “Estudos Monásticos” estão bem conscientes das numerosas imperfeições, falhas e até mesmo erros com que ele se apresenta. Procuraremos ir corrigindo aos poucos, mas para isso, desde o seu início contamos com a boa vontade de todos os que se interessam também pelo seu futuro.

Assim também uma comunidade monástica somente caminhará para o seu aperfeiçoamento, se contar com a boa vontade de todos os irmãos, e partindo do reconhecimento humilde dos próprios defeitos e imperfeições.

Ficaremos muito gratos a todos que nos enviarem a sua contribuição apontando erros, sugerindo mudanças ou oferecendo novos itens para as listas de informações tanto de livros, artigos ou de links e vídeos para novas fontes, ou lugares de experiências,monásticas antigas ou atuais.

 

Por que os monges são hoje mais procurados?

A vida monástica experimenta duas tendências aparentemente paradoxais, inusitadas em muitos e muitos anos: 1) ainda permanece a tendência de redução no número dos candidatos e de noviços que pedem entrada e não perseveram (apesar de estarmos vivenciando boas surpresas mais recentemente); 2), aumentam consideravelmente os pedidos de pessoas tanto de homens como mulheres, que desejam ser acolhidos nos mosteiros para dias de Retiros espirituais, ou mesmo, para poderem conhecer e tentar viver por alguns dias, como dizem, a própria experiência dos monges.

Se, de um lado, não faltam aqueles que buscam tal experiência por mera curiosidade pós-moderna, sem nada levarem de algo que valesse a pena, por outro lado, é bastante significativo o numero daqueles que manifestam terem sido intimamente tocados por novas e profundas.descobertas para suas vidas.

Não é raro que alguns desses nossos hóspedes procurem mais tarde manifestar essas suas descobertas através de comunicações, conferências, artigos em revistas e até mesmo escrevendo e publicando livros. Penso que alguns desses livros já são nossos conhecidos e até mesmo já alcançaram uma notável aceitação e divulgação.

Pode ser oportuno relembrar algumas dessas publicações, especialmente aquelas que se tornaram não logo um "best-seller", mas que tiveram considerável influência nos meios literários e até religiosos.

1. Um dos mais importantes e mais antigos exemplos é  o livro do grande Santo Agostinho de Hipona "As Confissões". Sua leitura não é fácil e nem todos conseguem chegar até o capítulo final. Nelas, ficamos sabendo a grande influência da vida e dos costumes dos monges, em toda a sua vida depois da conversão à Fé cristã.  Pouco depois de receber o Batismo, ao voltar para Tagaste, sua terra natal no norte da África, Agostinho deixou de se dedicar à vida intelectual em ambientes literários e filosóficos, e se lançou à fundação de  um mosteiro de estrita disciplina monástica -tornado-se seu superior. Escreveu até mesmo uma Regra de vida monástica até hoje não somente conhecida, mas seguida por muitas comunidades religiosas.

2. Outro exemplo de tempos mais recentes, Thomas Merton. Em sua primeira obra: "A Montanha dos Sete Patamares", ele descreveu seu belo processo de conversão e a busca por viver na fidelidade aos valores que foi assumindo ao longo de anos, até encontrar o que procurava no modo simples e austero dos monges trapistas do Mosteiro de Getsemany, no Kentucky (EUA).

Foi neste local, vivendo como simples monge e em meio a trabalhos na cozinha, na horta e numa pequena fábrica de queijos que Merton conseguiu progressivamente avançar em suas novas, simples, mas tão profundas experiências espirituais relatadas em numerosos livros.

3. Outro autor, que dialogou muito com a Psicologia aplicada é Henri Nouwen, Sacerdote holandês,  psicólogo e conselheiro pedagógico e espiritual em diversas universidades americanas, foi amigo de Merton e hoje é bastante  admirado pelas suas curtas mas profundas publicações com reflexões sobre diferentes aspectos do "mistério da pessoa humana".

Após ter vivido uma crise existencial, Nouwen,  procurou encaminhar sua vida segundo a orientação da sua Fé . Sentiu-se atraído, por um lado, pelo seu dever  e responsabilidade para com os seus numerosos discípulos que nele buscavam um orientação segura e verdadeira para os seus problemas e crises. De outro lado, sentia profunda atração para dar  uma resposta ao que julgava ser um chamado de Deus para uma vocação monástica mais exigente e contemplativa em um mosteiro trapista. Vivendo esta crise vocacional sem  encontrar a  serenidade e a Paz,  após ter obtido uma permissão especial do abade do mosteiro trapista de Genesee, no estado de Nova York (EUA),  desligou-se de todas as suas ocupações e ministérios para viver durante seis meses dentro da clausura daquele mosteiro,  participando da vida da comunidade dos monges.  Ele nos deixou o relato diário  desta sua original experiência monástica no livro "The Genesee Diary", Doubleday & Company, New York, 1976.

4. Um recente e interessante acontecimento na Televisão inglesa exemplifica esse mesmo fenômeno do crescente interesse  pelos ambientes monásticos como possíveis caminhos, em meio à crises do “homem moderno”. Há dois anos atrás a BBC tomou a iniciativa de procurar o Abade do mosteiro beneditino de Worth, no Sussex (Inglaterra), propondo algo inteiramente novo. Desejava saber se o mosteiro aceitaria receber cinco indivíduos, escolhidos pela BBC e que deveriam permanecer 40 dias no mosteiro, seguindo todo o ritmo de vida próprio dos monges. Diariamente deveriam participar  de toda as obrigações, trabalhos e experiências da Comunidade. Deveriam também ser orientados constantemente por um dos monges sobre o significado e sentido dessas obrigações e sobre os objetivos e finalidades da própria Regra de São Bento. No final, aqueles cinco hóspedes teriam toda a liberdade para manifestar as suas próprias experiências bem como o significado que delas resultaria para a vida de cada um deles em particular.

Nem a BBC nem a comunidade dos monges previram a o impacto e a enorme repercussão que a série denominada “Monastery” iria provocar. Calcula-se que três milhões de espectadores acompanharam as transmissões, favoravelmente recebidas por críticos especializados  e pela opinião pública. No mês seguinte ao início do programa o site do Abadia recebeu 40.000 visitantes e logo após o final do programa o Mosteiro de Worth recebeu o pedido de centenas de pessoas que desejavam registrar-se como candidatos a dias de Retiro no Mosteiro. O próprio Abade, superior do Mosteiro, sentiu  grande necessidade  de registrar e refletir e publicou dois livros, nos quais buscou explicar o significado da experiência de contacto íntimo de 40 leigos com a maneira monástica de viver, que acabou se mostrando capaz de aprofundar e dar novo sentido e significado à vida daquelas pessoas.

Assim se expressou o Abade: “a atitude dos nossos hóspedes de uma busca honesta e de boa vontade para se voltar a novas intuições foi encorajadora para nós monges, pois vimos o quanto tantas pessoas depois desejam aprender de nós algo precioso para suas próprias vidas.  Parece que nosso fundador São Bento, mesmo depois de 1.500 anos ainda tem muito que dizer ao mundo de hoje”.

A série de gravações da BBC no mosteiro de Worth, “Monastery”pode ser encontrada no site da própria BBC de Londres.

Os livros do Abade  Christopher Jamison, são: From the TV series The Monastery:    Finding Sanctuary - monastic Steps for Everyday Life. Liturgica Press, Collegiville Minnnesota 2006 e Finding Happiness, Monastic Steps for a Fulfilling Life Liturgical Press, Collegiville Minnesota, 2008

 

Percurso da Vida Cristã e Monástica
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